Anistia de imigrantes ilegais traria ₤ 3 bilhões ao Reino Unido, afirmam especialistas

26, Junho 2009 · Deixe um comentário

“Nossa regulamentação sobre anistia para trabalhadores ilegais continua a mesma e é bastante clara. Não haverá anistia e os imigrantes ilegais devem deixar o país imediatamente”, reforça representante da Agência de Imigração do Reino Unido

A Agência de Imigração do Reino Unido (UK Border Agency -UKBA) continua contraria a anistia dos milhares de imigrantes ilegais que trabalham no país apesar de um estudo, publicado na semana passada pela London School of Economics, afirmar que esta medida iria beneficiar a economia nacional em três bilhões de libras. Estima-se que há cerca de 750 mil trabalhadores ilegais, sendo que metade deles se concentra na grande Londres.

Sem muito embasamento teórico sobre suas últimas ações, a resposta oficial da Agência governamental foi que a política atual da instituição será mantida e o tratamento dado aos trabalhadores ilegais é único: eles devem deixar o Reino Unido. “Nós temos orgulho de sermos uma nação que abre suas portas aos que realmente necessitam de nossa ajuda, mas não podemos nos comprometer com uma anistia em massa que causaria problemas ao nosso sistema de imigração como um todo”, afirmou o representante da Agência Nacional, sem revelar, no entanto, quais seriam os problemas a que se refere e o que exatamente os causaria.

“Apesar da UKBA ainda não falar em anistia, outros setores do governo já estudam a possibilidade há algum tempo. Eu acredito que esta regulamentação pode mudar a qualquer momento”, revela a Diretora Executiva da Agência de Imigração e Intercâmbio LondonHelp4U, Francine Mendonça.

Um exemplo disso é a atual prefeitura de Londres. Desde que assumiu o cargo de prefeito, o conservador Boris Johnson, incentiva sua equipe a estudar uma eventual anistia para os imigrantes irregulares, por considerar que isso poderia repercutir positivamente na arrecadação de impostos. Boris não esconde sua simpatia pelo assunto e já declarou em várias entrevistas que “a anistia destes estrangeiros que levam muitos anos trabalhando neste país sem pagar impostos significaria um enorme aumento da arrecadação tributária”.

A idéia defendida por diversas organizações não-governamentais, igrejas e grupos políticos é que uma eventual anistia possa abranger as pessoas que demonstrem que moram em Londres há mais de cinco anos e que tenham um compromisso com a sociedade e a economia do Reino Unido.

Há pouco mais de um mês a ONG ‘London Citizen’ realizou sua terceira edição da Marcha pela Liberdade, reunindo 30 mil participantes entre políticos, ativistas, estudantes e profissionais liberais, que todo ano revitaliza a discussão sobre a anistia dos ilegais da Grã-Bretanha.

Números governamentais

O órgão governamental que cuida das fronteiras do país, denominado Home Office, admite que é impossível remover os 750 mil imigrantes ilegais – número que se acredita existir hoje na Grã-Bretanha.

Atualmente são deportados 30 mil ilegais por ano. Apesar dos dados, a Agência de Imigração e o Home Office vêm, cada vez mais, dificultando a entrada de imigrantes não-europeus no Reino Unido.

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Agência de Imigração do Reino Unido revisa guia para novas regras do visto de estudante

26, Junho 2009 · Deixe um comentário

Publicadas recentemente, as regras que regem o Visto de Estudante – Tier 4 passarão a ser exigidas somente a partir do dia 1º de outubro de 2009
A Agência de Imigração do Reino Unido (UK Border Agency – UKBA) adiou até final de setembro para passar a exigir as novas regras para obtenção do visto de estudante (Tier 4) do Sistema de Pontuação. Publicadas recentemente, as regras que regem o Tier 4 passarão a ser exigidas somente a partir do dia 1º de outubro de 2009. O visto de estudante é o último estágio da introdução do Sistema de Pontuação de vistos, novo programa desenvolvido pela Agência de Imigração do Reino Unido que começou há pouco mais de um ano.
Os quesitos básicos da aplicação ao visto de estudante continuam os mesmo, como a necessidade do estudante somar, no mínimo, 40 pontos. Destes, 30 podem ser obtidos através da Carta de Aceitação em que a instituição de ensino confirma a matrícula do aluno.

Os outros 10 devem ser adquiridos com a comprovação de que o aluno possui fundos suficientes para se manter no Reino Unido, durante o período do curso, sem depender de ninguém e nem precisar trabalhar. E este é a principal alteração, pois de acordo com o ‘Guia para o Tier ‘4, recentemente publicado e disponível na no website da Agência de Imigração, o estudante que quiser ir para Londres precisa apresentar um extrato bancário, de um conta pessoal sua, com o valor de 800 libras mensal, para 9 meses, mais o valor total do curso. Ao invés deste valor constar na conta bancária 28 dias antes da aplicação do visto, como havia sido previamente divulgado, o estudante deve ter o valor na conta no dia da aplicação.

“Com certeza essa revisão ajuda aos estudantes que estão aplicando nos próximos meses. É importante ressaltar que esta alteração é valida apenas para aqueles que já estão no Reino Unido”, ratifica a Diretora Executiva da Agência de Intercâmbio e Imigração LondonHelp4U, Francine Mendonça. Ela avalia que todas as alterações que a UKBA fez também são positivas para os estudante, facilitando e agilizando a aplicação. Os outros itens que também foram revisados e estão valendo a partir de 1º de junho são especificações sobre documentos de empréstimo para pagar os estudos, documento do patrocinador, assinatura eletrônica e valores para Londres e outras cidades.

Os requerimentos estão bastante objetivos e claros, mas para saber mais detalhes procure a LondonHelp4U, em São Paulo ou Londres, e faça uma avaliação mais precisa sobre seu caso. A LH4U tem os melhores profissionais do mercado e atendimento inigualável!

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Orquestra Imperial retorna aos palcos londrinos no próximo dia 12

19, Junho 2009 · Deixe um comentário

Separem seus melhores sapatos para o domingo, 12 de julho, pois as cornetas, tambores, violões e vozes já estão afinados. Se não a melhor, mas com certeza a mais famosa banda de gafieira Orquestra Imperial retorna a Londres, desta vez se apresentando no grande salão Koko, em Camden Town, para uma noite inesquecível.

Formado em 2002, um grupo de amigos se reuniu com o objetivo de formar uma orquestra tipicamente de gafieira, retomando sambas antigos da década de 40 e 50, sem deixar de lado mambos e boleros. A ideia deu tão certo que até hoje eles são requisitados para tocar em diversas cidades no Brasil e no exterior.

Sendo quase impossível reuni-los para shows internacionais, o concerto de Londres é algo bastante raro, pois os músicos da Orquestra Imperial têm carreiras e projetos diversos. Então, a desculpa para este show, será a divulgação do primeiro álbum da Orquestra “Carnaval Só no Ano que Vem”.

Prova da dificuldade de reunir sua trupe é a ausência de nomes como Rodrigo Amarante e Pedro Sá, porém cerca de 20 músicos, incluindo o legendário Ipanema Wilson das Neves, estarão conduzindo e embalando os dançarinos no Koko. Idealizado pelo produtor e músico Kassin, confirmado para estar em Londres, a Orquestra Imperial não ensaia e não tem repertorio fixo.

“Nós nem temos certeza de quem vai estar lá!”, afirma Kassin. “Não ensaiamos, não temos repertorio. Se o Wilson das Neves quiser tocar alguma música sua, ele toca e pronto…. Tem dias que chegamos a tocar mais de quatro horas”, conta Kassin, dando uma idéia de como a banda toca.

ORQUESTRA IMPERIAL
Dia 12 de julho

Koko, Camden Town
www.comono.co.uk

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Frases sobre jornalismo

22, Maio 2009 · Deixe um comentário

copiado do blog: http://diariodeumafoca.wordpress.com/2007/03/17/coletanea-de-frases/#comment-93

A melhor:

J Quando um jornalista quer se suicidar, sobe em seu próprio ego e se atira lá de cima. Anônimo.


As mais dolorosas (ai essa doeu):

ü Jornalista é um homem que errou de profissão. Otto Bismark.

ü Às vezes, a única coisa verdadeira num jornal é a data. Luí Fernando Veríssimo.

ü O jornalismo é a arte de mentir sinceramente. George Patino.

ü Médico acha que é Deus. Jornalista tem certeza. Ricardo Noblat.

ü Alguns jornalistas são filhos da pauta. Marcos Losekan.

ü A imprensa pode causar mais danos que a bomba atômica. E deixar cicatrizes no cérebro. Noam Chomsky.

ü Eu não preciso ler jornais / Mentir sozinho eu sou capaz. Raul Seixas.

ü O jornalista é um fofoqueiro profissional. Ganha (pouco) dinheiro para ouvir as coisas e contar pra todo mundo. Ana Redig.

ü The press is depress. Hunter Thompson.

As mais críticas:

ü Jornalismo é tudo aquilo que consigo enfiar entre um anúncio e outro. Barão de Beaverbrook.

ü Três jornais me fazem mais medo do que cem mil baionetas. Napoleão Bonaporte.

ü A diferença entre o jornalismo e a literatura é que o jornalismo é ilegível e a literatura não é lida. Oscar Wilde.

ü A Imprensa não ganha eleição. Mas ajuda a perder. Getúlio Vargas.

ü Os repórteres se dividem em três categorias: o repórter, que escreve o que viu; o repórter interpretativo, que escreve o que viu e o que ele acha que isso significa; e o repórter especialista, que escreve a respeito do significado do que ele não viu. Abbott Joseph Liebling.

ü Trabalho pelo olfato. Quando sinto algo fedendo, vou atrás. Drew Pearson.

ü A imprensa sensacionalista trabalha com emoções, da mesma forma que os regimes totalitários trabalham com o fanatismo. Ciro Marcondes Filho.

ü Só existem duas maneiras de fazer carreira em jornalismo. Construindo uma boa reputação ou destruindo uma. Tom Wolfe.

ü Sair na primeira página ou na página trinta depende do medo que eles têm de você. Richard Nixon.

ü O jornalista é forte e poderoso não pelo bem que ele faz, mas pelo mal que pode fazer. Ibrahim Sued.

ü O jornalista é um inquilino que frequenta um condomínio que não lhe pertence. Theodor Adorno.

As mais reflexivas:

ü Não há fatos, só interpretações. Friedrich Nietzsche.

ü Quando um cachorro morde um homem, isso não interessa, porque acontece com freqüência. Mas se um homem morder um cachorro, o fato torna-se notícia. John Bogart.

ü Quem mais manda na mídia é você, meu caro leitor ou espectador. E você, consumidor, é o mal da imprensa. Editores quebram a cabeça diariamente para agradá-lo. O mal da imprensa é que ela não ousa mais desagradar ao seu leitor. Simplicidade verbal não é sacrifício de complexidade. A glória da imprensa foi feita por gente com opiniões fortes e inconformistas. Paulo Francis.

ü Jornalismo é o ato de contar a uma parte da sociedade o que a outra parte está fazendo. Heródoto Barbeiro.

ü Imprensa é a arte de dizer que Lord Jones morreu a quem nunca soube que Lord Jones existiu. Chesterton.

ü Repórter na redação, que não gosta de rua, de gente, da vida, é como trapezista com medo de altura: não funciona. Narciso Kalili.

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Rede Record e Brazilian News juntos: mais informação para a comunidade brasileira

21, Maio 2009 · Deixe um comentário

Quem acompanha a programação da Rede Record já deve ter notado novidades na grade diária, pois desde que assumiu a diretoria do Reino Unido, Álvaro Peixoto e sua equipe não páram de buscar alternativas de informação, serviços e entretenimento para a comunidade local.

Uma revitalização no programa comercial “Record Shopping” foi apenas o primeiro passo. O encontro e parceria selados com um aperto de mãos entre Álvaro e o presidente do grupo Express Media Internacional, do qual o jornal Brazilian News faz parte, foi mais uma vitória. “Esta vitória é da comunidade brasileira que ganha mais informação, gratuita e de qualidade, através de nossa união”, admite o presidente Horácio Sterling.

O Brazilian News está no mercado há nove anos e continua sendo o único veículo semanal, distribuído gratuitamente em mais de 200 pontos na grande Londres. Agora, com a rede Record, mais brasileiros poderão ter acesso a uma das melhores publicações internacionais, pois o Brazilian News traz informações atuais, gratuitas e de qualidade toda quinta-feira para a comunidade brasileira e de língua Portuguesa.

Outras novidades, como o “Minuto Legal” que é uma parceria com a agência de intercâmbio e imigração LondonHelp4U também faz parte desta renovação da rede Record.

O Brazilian News conversou com o diretor da Record, Álvaro Peixoto, que contou detalhadamente seus planos e o que vem por aí.

Brazilian News: Você poderia explicar um pouco esse novo projeto da Rede Record?

Álvaro Peixoto: A rede Recorde tem um projeto de regionalização que visa trabalhar a Record buscando uma linguagem do público local. Estão nós estamos trabalhando para atender as pessoas que convivem e vivem aqui, não só no Reino Unido, mas também na Irlanda, Alemanha, Holanda e outros países, onde o sinal da Record também está sob a minha responsabilidade. Hoje, nós estamos na fase inicial da aplicação deste projeto. Um dos programas que já está indo ao ar é o “Record Shopping”, que tem um baixo custo de produção, e atende aos comerciantes que não tem recurso para investir em comercialização na tevê, que despende de uma verba que não é acessível a todos os empresários.

O mais novo programa que estreou em nossa programação há duas semanas é o “Página 1”, que é um boletim informativo diário que traz as notícias dos principais jornal de Londres. Entre estes jornais está o Brazilian News e o Express News, que nós fechamos esta aliança, pois ambos são excelentes tablóides! Os dois jornais se posicionaram muito bem dentro dos meios de comunicação local. O programa entra duas vezes ao dia na grade da Record, no intervalo do jornal “Hoje em Dia”, transmitido às 13h30, e no intervalo da novela, das 20 horas, “Poder Paralelo” e é apresentado pelo jornalista Marcelo Ribeiro. Na realidade o programa é uma tradução das primeiras páginas dos jornais, porque nós sentimos que uma das grandes dificuldades do nosso povo de língua Portuguesa é o idioma Inglês.

Acontece muito de as pessoas estarem vivendo aqui, mas não sabem o que está acontecendo a sua volta. Então, baseado numa pesquisa que a Record fez, nós identificamos que a maioria dos brasileiros, e também outros povos de língua Portuguesa, não falam Inglês corretamente ao ponto de poder se interessar por um jornal como o Metro, ou o The Sun, que são daqui e trazem informações locais de interesse de todos – independente de ser estrangeiro. Muitas vezes os brasileiros se restringem apenas a programação da Record e deixam passar notícias importantes como, por exemplo, que o primeiro-ministro Gordon Brown anunciou que vai haver outro aumento no imposto de renda. Algo que é de interesse de todos e deveríamos acompanhar também. Tirando esse dado da pesquisa, nós observamos essa carência e decidimos lançar o “Página 1”.

Qual a diferença da Rede Record para outras emissoras?

AP: A grande diferença entre a Rede Record e outras televisões brasileiras é que é a única que tem um sinal livre (free view). Nós, hoje, estamos na Sky, que é a maior operadora de tevê a cabo do Reino Unido e da Irlanda, no canal 801 com a TV Record, e, no canal 0206, com a Rádio Record. A Record compreende três grupos de mídia que são a televisão, a rádio e a revista. Além disso, o sinal da Record é livre, ou seja, com qualquer aparelho, Box, antena, as pessoas conseguem captar o canal em sua casa sem pagar nada por isso. Não é necessário pagar nenhuma assinatura, nenhuma mensalidade para ter a Record em sua casa. Qualquer pessoa, desde que tenha um receptor, pode ter o Brasil em sua casa com toda a programação: jornal, novela, entretenimento, tudo que a Record oferece de melhor lá também está aqui para o povo brasileiro assistir.

A programação internacional é a mesma do Brasil?

AP: Basicamente, sim, porém estamos expandindo. Desde que assumi a Record há três meses, nós já aperfeiçoamos o “Record Shopping”, estreamos o “Página 1” e em algumas semanas deve entrar no ar o programa “Economia e Negócios”, que é um programa de entrevista em que nós vamos estar conversando com os principais conquistadores. Eu falo isso, porque nós vamos pegar aquela pessoa que chegou aqui e mudou a sua história aqui, escreveu uma nova história no Reino Unido. Vamos mostrar aos brasileiros que vivem no exterior que, muitas vezes estão numa situação difícil, que é possível vencer. Existem pessoas que venceram!

Outro produto que nós estaremos lançando, no próximo mês, que é uma parceria que nós estamos fechando com a agência de intercâmbio e imigração LondonHelp4U, será o “Minuto Legal”. Nesse bloco de um minuto a diretora-executiva da LondonHelp4U, Francine Mendonça, vai responder dúvidas e abordar assuntos sobre imigração, novidades e dicas para os brasileiros. Então, como você pode notar, nós estamos trabalhando nesse sentido de fazer uma televisão mais regional. Para que os nossos conterrâneos – sem ter que pagar nada – tenham informações de seu país e informações do país no qual eles estão vivendo, inclusive assuntos de interesse da comunidade local.

É muito fácil retransmitir o sinal brasileiro aqui, mas assim nós não estaríamos atendendo a comunidade, fato que é de extrema importância e zelo da nossa diretoria. Por isso que o sinal da Record é gratuito, não cobramos como outras emissoras, nós trazemos a melhor produção brasileira para cá e, além disso, ainda estamos inserindo em nossa programação produtos para que possamos ajudar nossos conterrâneos em suas maiores necessidades que são imigração, informação e comercialização.

Esse foi o motivo de buscar a parceria com o Brazilian News?

AP: Justamente pela informação que o Brazilian News traz hoje, a capacidade do Brazilian News de ter essa informação semanalmente, atingindo o brasileiro e outros povos de língua Portuguesa também. O BN não é só um sucesso entre os brasileiros, mas entre os povos de língua Portuguesa em geral, pois traz informação daqui. Exatamente o que nós temos buscado e encontramos esse apoio no BN. Então, o motivo dessa aliança, é justamente isso: nós temos um meio de comunicação que é a tevê e o BN tem um sistema de informação muito perfeito, muito bem elaborado, bons profissionais trabalhando que vão nos capacitar para levar essa informação a ainda mais conterrâneos.

O BN completa todas as necessidades de informação dos brasileiros que moram no Reino Unido, o que outros veículos não conseguem fazer e isso chamou a atenção do Grupo Record. Pois vocês atendem e assistem a comunidade com uma informação confiável e atual. O projeto do ‘Páginas Brasileiras’ também vem ao encontro disso tudo, incorporando o que os jornais BN e Express News desenvolvem. Isso mostra que vocês estão preocupados com o nosso povo e essa preocupação tem sido a preocupação da rede Record também, e é o que tem nos levado a procurar essas parcerias.

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Milhares de imigrantes e ingleses marcharam neste feriado em prol da anistia para ilegais

8, Maio 2009 · 1 Comentário

Marcha 2009

Marcha 2009

No feriado desta segunda-feira, 4, cerca de 30 mil pessoas se reuniram na Praça Trafalgar, no centro de Londres, vindos de diferentes pontos de encontro da capital, para defender a anistia de imigrantes que permanecem vivendo e trabalhando no país ilegalmente. Em sua terceira edição, a marcha contou com a participação de políticos, ativistas, estudantes e profissionais liberais, ingleses, latinos, ibero-americanos, europeus, pretos, brancos, índios, mestiços, etc. A marcha é um evento promovido pela organização não-governamental ‘London Citizen’, sendo que outras 120 entidades também apóiam e auxiliaram na organização.

Um dos principais pontos de saída da passeata foi na catedral de Westminster, onde o Arcebispo de Southwark, Patrick Lynch, defendeu os direitos dos imigrantes argumentando que a igreja católica da Inglaterra e do país de Gales sempre apoiou e foi solidária com esses trabalhadores. O arcebispo também declarou que eles não devem ser ‘bodes expiatórios’ da crise mundial.

“Minhas preces de hoje vão para os trabalhadores imigrantes que não devem pagar pelos tempos de recessão e não devem ser alvos da frustração de outras pessoas sobre a economia atual”, completou Lynch durante a missa.

Durante seu sermão, o arcebispo Lynch avaliou que se trata de uma questão moral que trabalhadores ilegais, que estejam vivendo no país por cinco anos ou mais, deveriam ter a oportunidade de construir seu futuro com mais garantias e que possam continuar contribuindo com a sociedade inglesa com igualdade.

“Vocês trabalham aqui, seus filhos nasceram aqui e vão a escola aqui, vocês são parte de nossa comunidade e sociedade, então uma maneira deve ser encontrada para que vocês aqui permaneçam” , defendeu Lynch a uma congregação de diferentes nacionalidades.

A missa foi realizada junto com outros serviços religiosos pela cidade, como parte das ações da campanha ‘Strangers into Citizen’, da ONG ‘LondonCitizen’.

Na Igreja Santa Margarete, que teve um serviço anglicano com o Bispo de Southwark, Tom Butler, a causa também foi debatida e defendida pelo religioso. “O que está sendo pedido é um simples reconhecimento daqueles que estão neste país há anos e devem ser dado a oportunidade de serem mais produtivos e melhores cidadãos”, enfatizou Butler em seu sermão.

Defensores da regulamentação acreditam que após um período de quatro anos sendo ilegal, mais um período probatório de dois, considerando outros itens como fluência na Língua Inglesa, ficha criminal limpa, referências, etc, devem ser aferidas na decisão de anistiar o indivíduo.

Desde 2007, que a campanha ‘Strange into Citizens’, da qual a marcha é resultado, ganhou força junto ao Partido Liberal-Democrata e, também, com o atual prefeito de Londres, Boris Johnson, para desenvolver planos de regulamentação para estes imigrantes. Acredita-se que 450 mil devem conseguir asilo, caso o governo prossiga com o apoio a causa.

O órgão governamental que cuida das fronteiras do país, denominado Home Office, admite que é impossível remover 750 mil imigrantes ilegais que é acreditado existir hoje na Grã-Bretanha. Atualmente são deportados 30 mil ilegais por ano. Apesar dos dados, o ministério de imigração britânico e o Home Office vêm, cada vez mais, dificultando a entrada de imigrantes não-europeus no Reino Unido.

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Festa por uma boa causa com o ritmo brasileiro

8, Maio 2009 · 2 Comentários

‘Manifeste-se com o ritmo brasileiro’ é uma festa organizada pela ONG Vídeo Manifesto, que acontece nesta terça-feira, 12 de maio, no Guanabara, visando arrecadar fundos para projetos da ONG.

A programação da festa conta com a banda Choro Bandido, a escola de samba Barking Bateria, apresentação de capoeira com o grupo abada e sorteios de brindes. Será uma festa brasileira por uma boa causa com muita música, samba e alegria.

Video Manifesto é uma ONG fundada na Inglaterra com o objetivo de oferecer qualificação profissional na área de audiovisual, aos jovens moradores de favelas do Rio de Janeiro.

A ONG dá voz a jovens marginalizados para que possam se expressar e encontrar soluções para problemas de suas comunidades. Uma oportunidade para que manifestem seus anseios, desejos e preocupações através da arte de produzir filmes e documentários. “Liberdade de expressão social e qualificação profissional facilitando a entrada desses jovens no mercado de trabalho, em busca de uma vida melhor, é o nosso foco principal”, declara a assessoria da Vídeo Manifesto.

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Companhia de dança Balé de Rua estréia em Londres

8, Maio 2009 · Deixe um comentário

Uberlandenses voam a Europa para uma curta temporada de duas semanas no Centro Cultural Barbican

Bale de Rua

Bale de Rua

A companhia de dança mineira Balé de Rua, após fazer uma temporada européia no passado, foi convidada a voltar ao velho mundo pelo famoso centro Cultura Barbican, onde ficará duas semanas com o espetáculo “Balé de Rua”, a partir do próximo dia 21. Com 15 bailarinos e mais três membros da companhia, o grupo irá mostrar ritmos, passos, danças, batuques, percussão, ou seja, o característico estilo Balé de Rua de fazer dança.

Aclamada pela precisão e criatividade do trabalho artístico, a Companhia Balé de Rua também é reconhecida pelo desenvolvimento de aulas e oficinas voltadas a menores carentes. Desde sua fundação, em 1992, e após a abertura de centro e turmas de dança, é incontável o número de garotos que passaram pelas classes do Balé de Rua.

O Brazilian News conversou com o diretor e preparador técnico da companhia, Fernando Narduchi, para saber mais detalhes do espetáculo e a viagem a Londres.
Como surgiu a oportunidade do balé de Rua voltar a Europa e vir a Londres?

Fernando Narduchi: É um processo de longos anos. Eu diria que tudo começou há 17 anos, quando a gente fundou a companhia, e foi uma sequência de fatos para a gente chegar hoje a ter essas apresentações marcadas. Mas esse contato foi em função da nossa turnê do ano passado, que passamos por Paris e Edimburgo, onde estreamos este espetáculo que foi desenvolvido especialmente para o público internacional. Foi mais de um ano para criar e estamos orgulhosos de estrear na capital inglesa com esse show. Então, há uma expectativa muito grande nossa, de estar aí pela primeira vez, pela importância da cidade e do próprio Barbican. Acho que é um conquista muito grande para nós, como companhia de dança brasileira. Esperamos que o povo de Londres goste e aprecie nosso trabalho.

Como foi a transição para se tornar um profissional de dança?

FN: Nos anos 80 houve um movimento de rua muito forte, em Uberlândia, onde havia vários grupos independentes que não tinham progressão na mídia e nem eram conhecidos. Então tudo começou mesmo por nossa vontade de dançar! Foi o quê nos uniu, o quê nos aproximou e como nós nos conhecemos. Nós não fazíamos parte da cultura oficial de lugar nenhum e conseguimos conquistar um espaço na cidade, começamos a nos apresentar em festivais e eventos. Não só nós do grupo Balé de Rua, mas os grupos desse movimento que estava acontecendo nos anos 80 e 90 aqui. A partir daí, nós seguimos nosso objetivo que era se profissionalizar, nosso sonho era podermos viver de dança. Transformar a dança numa profissão, porque a gente fazia aquilo somente por amor, por paixão e por tesão. Ainda fazemos por esses motivos, só que hoje nós conseguimos fazer com que a dança seja também nosso meio de vida.

Os dançarinos que compõem o grupo hoje são todos dançarinos profissionais?

Bem, no nosso grupo hoje, cerca de 30% ainda são da época de fundação. Dos 15 bailarinos que compõe a Companhia Balé de Rua, alguns vêm da primeira geração, outro da segunda geração. Tem gente que dança há 10 anos, outros que dançam há oito. Nessa ida para Londres tem um que irá estrear com a companhia profissional, será a primeira vez que ele vai viajar para o exterior com a gente. Ele é aluno nosso há um ano e estagiário, e agora ganhou espaço dentro do grupo profissional.

Como são selecionados esses novos dançarinos?

Quando a gente virou profissional, tivemos a iniciativa de abrir escolas de dança em diversos pontos da cidade. Cada bailarino tentou abrir uma frente de trabalho do bairro em que mora. Essa iniciativa do grupo Balé de Rua tem o objetivo de descobrir talentos, criar oportunidades para jovens de baixa renda, pois nós viemos da periferia e conquistamos esse espaço. Então, nós temos condição, hoje em dia, de abrir ainda mais portas com esse projeto ‘Novos Talentos’. Hoje nós somos seis grupos de danças, um grupo de percussão – que o artista Nana Vasconcelos ajudou a iniciar – e mais uma turma de rap e hip-hop também.

Qual o tipo de dança que o grupo Balé de Rua trabalha?

Eu tenho o prazer de te contar que o que a gente dança hoje é uma identidade própria nossa – que era nosso objetivo quando começamos a ideia da companhia. Então, através de pesquisa, e com nossa trajetória, a gente dança o estilo ‘Balé de Rua’.

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Mariana Aydar faz show de novo álbum em Londres

8, Maio 2009 · 1 Comentário

Mariana Aydar

Mariana Aydar

Parte da nova geração de música brasileira, a jovem paulistana Mariana Aydar traz o trabalho “Peixes, Pássaros, Pessoas” aos palcos do Guanabara na terça-feira, 19, com ingressos antecipados a 7 libras (www.wegottickets.com).Acostumada com camarim, backstage, ensaios, estúdios desde sua infância, Mariana sempre transitou pelos bastidores do mundo da música ao lado da mãe-produtora Bia Aydar e do pai-músico Mário Manga.

Aos 29 anos, lançando seu segundo álbum, ela já é apontada como uma das promessas de sua geração e falou ao Brazilian News sobre sua carreira, a expectativa do show em Londres e a influência positiva da internet na música hoje em dia.

Sua família teve alguma influência na escolha da sua profissão?

Mariana Aydar: Não teve influência alguma, porém desde pequena eu sempre convivi muito com música por causa dos meus pais. Acho que essa foi a principal influência, mas eles me deixam muito livre e não opinam em nada na minha carreira. Claro que é um fator bastante importante, mas acho que tudo aconteceu de uma maneira bastante positiva para mim. Eu aprendi muito observando e convivendo com artistas, o que me deu mais segurança talvez. Ser músico é natural para mim.

Você teria alguém que tenha sido um tutor no desenvolvimento de sua carreira?

MA: Acho que não. Todos que eu tive a oportunidade de dividir o palco, cantando, fazendo parceria, acabou me ensinando algo. Todas essas experiências com outros músicos, que tem mais vivencia que você, é um grande aprendizado.

Como está a expectativa para o show em Londres?

MA: Muito bom! Adoro Londres! Já fui umas três vezes para a cidade. Quando morei em Paris eu visitava Londres. Mas esse show, na realidade, é a estréia do disco novo na Europa, o que aumenta a expectativa. Neste segundo álbum “Peixes, Pássaros, Pessoas” têm 13 músicas inéditas, três composições minhas e as outras são de compositores de uma nova geração, que eu acredito muito na força deste pessoal. Então, eu considero esse trabalho bem autoral e espero que o público goste, pois eu estou bem feliz de ter a oportunidade de mostrar tudo isso.

Musicalmente, tem alguma diferença entre novo disco e seu primeiro trabalho?

MA: Creio que houve um amadurecimento natural. Meu primeiro trabalho foi muito bem aceito, tanto de crítica como de público. E já foi uma grande diferença ter um público meu, um show só meu, pois quando comecei eu cantava forró. Então foi um choque para mim, pois com o primeiro CD eu cantei para públicos bem maiores do que estava acostumada. Eu avalio que com esse trabalho eu consegui passar por experiências importantes, o que me fez amadurecer muito. E eu acho que isso transparece nesse disco novo.

Como você definiria essa nova geração de músico. Você vê alguma ruptura com gerações passadas?

MA: Não ruptura, eu acho que a nova geração agrega. Eu acho que a gente consegue agregar o passado, a tradição que tem na música aqui no Brasil, com o que está acontecendo no mundo globalizado. Nós ouvimos todos os dias novas canções, então eu acho que esta geração faz o esse intercâmbio entre as raízes e a modernidade muito bem!

Qual sua opinião sobre a internet e, principalmente, o YouTube?

MA: Eu acho maravilhoso, pois você tem acesso a qualquer som a qualquer momento. Faz um show hoje e em poucas horas já pode ver tudo, acho que esse é um meio de divulgação muito bom para os músicos!

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Marcha pede anistia para imigrantes irregulares

2, Maio 2009 · Deixe um comentário

Ano passado marcha reuniu 20 mil pessoas

Ano passado marcha reuniu 20 mil pessoas

A edição 2009 da marcha em prol da regularização de milhares de imigrantes ilegais, que vivem e trabalham no Reino Unido – principalmente ibero-americanos –, está marcada para o feriado da próxima segunda-feira, 4, em Londres. Com uma expectativa de trinta mil participantes entre políticos, ativistas, estudantes e profissionais liberais, este será o terceiro evento promovido pela organização não-governamental ‘London Citizen’, sendo que outras 120 entidades também apóiam e auxiliam na organização da marcha.

Um dos diferenciais deste tipo de passeata é a participação em massa de igrejas e entidades religiosas, sendo que missas especiais são ministradas nas principais catedrais de Londres, como a de Westminster, sendo este um dos principais pontos de saída da marcha. No total serão sete pontos da cidade, de onde grupos de imigrantes seguirão em direção a Praça Trafalgar, localizada no centro de Londres. A maioria dos ibero-americanos deve sair do bairro latino de Elephante & Castle, ao sul da capital.

O futuro presidente da Assembléia de Londres, Darren Johnson, do Partido Verde, deve acompanhar a marcha com os ibero-americanos, pois prometeu discursar pouco antes do início da marcha no bairro latino. Desde 2007, que a campanha ‘Strange into Citizens’, da qual a marcha é resultado, ganhou força junto ao Partido Liberal-Democrata e, também, com o atual prefeito de Londres, Boris Johnson, visando o desenvolvimento d planos de regulamentação para estes imigrantes. Acredita-se que 450 mil devem conseguir asilo, caso o governo prossiga com o apoio a causa.

Defensores da regulamentação acreditam que após um período de quatro anos sendo ilegal, mais um período probatório de dois, considerando outros itens como fluência na Língua Inglesa, ficha criminal limpa, referências, devem ser aferidas na decisão de anistiar o indivíduo. O órgão governamental que cuida das fronteiras do país, denominado Home Office, admite que é impossível remover 750 mil imigrantes ilegais – número que se acredita existir hoje na Grã-Bretanha.

Atualmente são deportados 30 mil ilegais por ano. Apesar dos dados, o ministério de imigração britânico e o Home Office vêm, cada vez mais, dificultando a entrada de imigrantes não-europeus no Reino Unido.

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